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Excimer Laser
O excimer utilizado para o Lasik nada mais é que uma luz ultravioleta na freqüência de 193 nanômetros. Inicialmente, este laser era utilizado apenas em eletrônica para produzir cavidades micrométricas em placas de plástico, onde se encaixam perfeitamente os chips de computadores.
Há uns dez anos, com a descoberta de que este laser poderia também evaporar de uma forma suave e controlada os tecidos da córnea sem produzir dano térmico, iniciou-se a era dos lasers refrativos.
A cada ano foram acrescentadas inovações. De início, o laser era manipulado por um diafragma, o qual abria e fechava de forma controlada, permitindo remover mais tecido no centro (miopia) ou na periferia da córnea (hipermetropia). Estes foram os excimers de primeira geração. (Summit, Visx e outros). Veio, então, a idéia de adicionar ao trajeto do laser o que chamamos de máscara rotatória, a qual possibilitou o tratamento do astigmatismo. Estes são os lasers de segunda geração, dos quais existem muitos no Brasil (Meditec-Aesculap).
Devido à limitação em tratar-se os problemas da córnea com bastante flexibilidade, a tecnologia aprimorou a terceira geração de máquinas, chamadas de scanning spot.
Estes lasers disparam um ponto de luz com freqüência de cem pontos por segundo, fazendo a remoção de forma controlada, segundo um programa de computador, podendo esta remoção de tecido ficar "travada" com os movimentos oculares - eyetracking (Lasersight, Chiron).
Nós utilizamos o NIDEK, que é um scanning spot de terceira geração.
Note aqui a precisão do laser esculpindo em um fio de cabelo
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